Como todo ano, minha empregadora mais uma vez iniciou o chamado “Prata da Casa”, concurso cultural que abrange as áreas de literatura (prosa e poesia), música (composição e interpretação), gastronomia, fotografia e pintura.
Esse ano, após ter assumido que meus contos não são aqui grandes coisas (o que dirá lá), e considerando a recente aquisição de minha Soy DSC-H50, resolvi enveredar pelo mundo da fotografia. Aliás, não resolvi; resolveram por mim. E aí? Vai se inscrever? Vamos! Poxa, até eu vou! Me ajuda a escolher a foto? O que você acha dessa? Já escolheu a sua? foram frases ditas por tantas pessoas que eu acabei me rendendo e irei me inscrever.
Há algumas semanas (talvez meses) eu tenho observado a foto perfeita ao lado da minha casa. Mas essa observação geralmente ocorre quando estou atrasada, ou quando estou arrumada demais pra ficar na posição necessária, ou quando estou sem a câmera ou mesmo uma combinação de duas ou todas essas opções. Conclusão: no máximo eu pensava “Isso daria uma foto muito legal…” e continuava, frustrada, para o trabalho.
Hoje eu acordei cedo, troquei de roupa, peguei a câmera e parti em direção à foto perfeita.
Pessoas na rua me olhavam enquanto eu regulava a ISO, ajustava velocidade de abertura e quantidade de luz que entraria (tudo pra foto não estourar). A luz estava errada, mas o tempo nublado colaborou. A foto foi tirada e a curiosidade das pessoas deve ter sido ainda mais atiçada ao ver que eu REALMENTE só queria tirar aquela foto.
Mas ela não ficou perfeita. Às 7h da manhã , a rua está sem carros. Em um domingo de manhã, às 8h30, nas proximidades de uma igreja, isso é muito a pedir. Amanhã tentaremos novamente, Pinky.



Se vc quiser um modelo para a sua foto perfeita, te garanto que o meu filho tem potencial :p
pinky?? WTF…